25 março, 2011
22 março, 2011
Google SketchUp
SketchUp é um software proprietário para a criação de modelos em 3D no computador. Foi originalmente desenvolvido pela At Last Software(@last software), uma empresa estadunidense com sede em Boulder, Colorado, a qual foi adquirida pela Google, como anunciado a 14 de Março de 2006. A versão atual em português é a 8.0 e o programa está disponível para Windows e Macintosh. O SketchUp está disponível em duas versões: a versão profissional, PRO, e a versão gratuita, free, (para uso privado, não comercial).
No site em inglês do Google SketchUp, você encontra para download a versão 8.0 em inglês do software.
Usuários
O programa é extremamente versátil. Pode ser usado por qualquer actividade profissional. Um dos principais grupos de utilizadores do SketchUp ainda são os arquitectos. Contudo, devido a sua versatilidade, outro tipo de profissionais usam-no para as suas actividades, tais como os engenheiros civis e engenheiros mecânicos, realizadores, criadores de jogos, e diversas outras profissões relacionadas. O SketchUp é utilizado sobretudo para criar facilmente modelos arquitectónicos em 3D, eliminando assim muitas vezes a necessidade da execução de maquetes fisicas. O resultado é um modelo que pode ser usado para gerar um filme (ficheiro AVI) ou imagens bitmapeadas de qualquer ângulo de perspectiva que seja desejada (formatos JPG,PNG, GIF, BMP, entre outros). O SketchUp é sobretudo usado na fase inicial do trabalho do arquitecto, a criação do esboço. Daí também o seu nome: "Sketch" que significa esboço em inglês. Muitos arquitectos usam o SketchUp na fase inicial do trabalho, quando ainda têm a liberdade de alterar as formas e volumes. O SketchUp permite-lhes alterar o modelo rapidamente, consoante a inspiração do arquitecto e verificar as consequências dessas alterações no resultado final. Uma vez que o arquitecto se encontre satisfeito com algum dos resultados, poderá apresentá-lo ao seu cliente através de imagens obtidas de qualquer ângulo que deseje, através de um vídeo em formato AVI, ou simplesmente caminhando ao longo do modelo, como se num labirinto de realidade virtual.Trata-se, pois, em primeiro lugar, de uma ferramenta para a apresentação de modelos tridimensionais. Uma vez desenhado o modelo, é possível exportá-lo para outros formatos (2D e 3D), como DWG, DXF, 3DS, OBJ, XSI ou VRML.
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ESSE É O VERDADEIRO ROCK
Vou Falar de um Genero Musical
É SÓ PARA LEMBRAR ESSE E O VERDADEIRO ROCK NÃO AQUELES ROKISINHO DE VIADIO
Rock é um termo abrangente que define o gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1950. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinquenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa".[1]
No final dos década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.
O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgão, piano, ou, desde a década de 1970, sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita (estilo blues) são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".[1]
A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixista e um baterista, formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos, como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos.
É SÓ PARA LEMBRAR ESSE E O VERDADEIRO ROCK NÃO AQUELES ROKISINHO DE VIADIO
Rock é um termo abrangente que define o gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1950. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinquenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa".[1]
No final dos década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.
O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgão, piano, ou, desde a década de 1970, sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita (estilo blues) são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".[1]
A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixista e um baterista, formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos, como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos.
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